Toda criança teve um cofrinho e, normalmente, eram em formatos de porquinhos.
Mas de onde surgiu que um cofrinho tinha que ser um porquinho?
Fui pesquisar para descobrir e pense algo difícil de ser descoberto. Várias teorias foram feitas, como uma que diz que o objeto se deu graças ao horóscopo chinês, onde o porco traz comportamentos materialistas e fartos e por isso o cofrinho foi feito nesse formato.
Outra teoria diz que tal invenção é do engenheiro francês Sebastian la Pestre, que viveu por aqui no século XVII. Segundo essa teoria, Pestre calculou que uma porca poderia produzir seis milhões de filhotes em dez anos e que por isso esse seria o melhor animal para representar uma ideia de economia.
Também existe uma teoria que remete aos primeiros homens que criavam porcos, segundo essa versão, os bichos não davam despesas pois se alimentavam de restos, viviam e se reproduziam muito, além de servirem como moeda de troca e, em possíveis apertos, eles serviam de comida.
Então, quando começou existir circulação de dinheiro, acharam que o melhor objeto para representar um espaço para guardar dinheiro era o porquinho.
Teorias, teorias e mais teorias, estava cansado de ler todas elas quando encontrei o site The Financial Brand, um site especializado em marketing para executivos bancários e foi lá que finalmente encontramos algo mais plausível.
Tudo começou há cerca de 600 anos, quando todos armazenavam o dinheiro em potes de cerâmica, já que metal era muito caro. Essas cerâmicas eram feitas de uma argila mais barata que levava o nome de pygg, com o tempo esses potes passaram a ser chamados de pygg banks.
O tempo foi passando e em meados do século 19, ceramistas receberam o pedido de pygg banks, o único problema é que pygg (cerâmica) e pig (porco), tinha pronúncia quase idêntica.
Pronto, bastou para que a confusão fosse criada. Aliás, confusão não, pois os clientes adoraram tal ideia.
Fontes: Wikipédia, Oinque e The Financial Brand.
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