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A Marca da Maldade e um pouco de ética, ou não…

Muitas vezes assistimos alguns longas sem esperar muita coisa, “A Marca da Maldade” foi um desses, graças ao vasto catálogo da Netflix resolvi dar o play e adentrar a trama da qual uma investigação de assassinato colocou Vargas (Charlton Heston), um chefe de polícia super reconhecido no México, contra um dos policiais mais adorados da América, Hank Quinlan (Orson Welles).

Mas, como você já sabe, o foco em nossas postagens não são planos de câmeras, atuações ou paleta de cores. O grande foco são as mensagens passada por cada longa.

Nesse temos um pouco sobre comportamento ético e moral que um cidadão pode apresentar, seja na vida pessoal ou profissional.

Quinlan é o ponto alto desse assunto. Desde o começo você já odeia (ou ama) o velho policial, seu mau humor exala por todos os poros do corpo. Ele mostra como o poder corrompe, e do que um ser-humano é capaz para se manter no topo.

Quinlan é arrogante, manipulador e prepotente, ele usa de diversos meios para ludibriar quem quer que for, e não se importa de se juntar com criminosos (se bem que ele também é um), o policial é o retrato mais humano que um diretor poderia usar, com medo de não cumprir seu serviço ele passa por cima de pessoas, puxa tapetes e, se necessário, comete assassinatos.

Quilan é o típico cidadão do mal. Mas o detetive corrupto serve como professor.

Sim, professor.

Não são só as boas pessoas que devemos seguir. Temos que ver as más também. Analisar tudo que elas fazem e fazer diferente. Você tem que ser luz na escuridão. Mesmo com os valores invertidos, seja uma boa pessoa. Sorria, ajude o próximo, não discuta no transito, jogue o papel no lixo. Você não precisa mudar o mundo, é só mudar o seu meio.

De “Quinlan’s” o mundo já está lotado. Ele é um é um agente da lei que não se importa com ela. É o lobo em pele de cordeiro. É o retrato mais podre do ser humano. Ele lembra alguém que você conhece?

Não deixe de conferir.

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