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O Triunfo e o Cinema: Pensando e Educando

O filme O Triunfo de 2006, estrelado por Matthew Perry, possui características de esboçar análises acerca de como a instituição “Escola” pode provocar interpretações como um padrão de renovação do conhecimento propedêutico, e bem como ter seus vértices teóricos projetados para a destruição do espírito educacional lúdico, deixando um amargo gosto de levar para a massificação, estertores de construção moral, ao qual se faça um conglomerado de não ficar o ensino médio e fundamental em torno da repetição de informação e sim a emergir um “aprendizado”, que contenha dentro de sua pedagogia uma arquitetura tanto de levar aspectos morais e sociais do “indivíduo”, do que prevaricar um sínodo de homogeneização de procedimentos educacionais que estejam em um mesmo escopo tecnicista, de didáticas e metodologias no processo de ensino aprendizagem.

Ron Clark, personagem central da respectiva película, imputa um modelo de professor que esgarça atitudes contraditórias em relação ao descaso de entidades governamentais, em acompanhar um cunho de fornecer pilares, para um letramento, que venha alijado com compêndios “éticos”, a mutualidade de informação, e dialéticas no sentido de formar uma relação entre professor e estudante, contendo distanciamentos de preceitos burocráticos, bem como mantenha o foco, de suas atividades hierárquicas contidas nos planejamentos institucionais, que possam empreenderem, o cumprimento de metas estabelecidas pelos órgãos competentes da administração em como as escolas, devam estarem organizadas cumprirem com seu papel tanto de formadora a uma subjetividade contendo um nicho de respeitabilidade pelo próximo, como a nutrir uma realidade de saberes, que se comprometam, a servir como base tanto para o prosseguimento no ensino superior, procurando uma inserção ao mercado de trabalho, dentro de um rol a oportunidades a ocuparem cargos de relevância no que tange ao crescimento moral e financeiro de cada estudante.

O espaço em que e passa o progresso das ações de “O Trinfo”, encabeça um sistema de ensino, que promove uma segregação, entre estudantes de baixa renda, de Nova York, onde transcorre, o surgimento de um vasto fator multiculturalista, incluindo, a dura realidade de adolescentes que contenham um olhar negativo, perante o estabelecimento de regras e normas, (que não afetem a sua rebeldia sem causa), estampado em um grito de socorro diante a marginalização e carência a um hermetismo institucional, em procurar se distanciar de uma sincronia de ensino, que contenha estruturas que não promulguem, uma lapidação de mentes, bem como uma psicomotricidade e ludicidade a atribuir objetivos definidos do porque de se aprender “tais conteúdos”, e qual a sua finalidade para o desenvolvimento de suas premissas em adentrar, em uma condição humana de “vita activa”, respaldado por quesitos repressivos, a uma escola que “não”, se evidencie como ponto de apoio para o entendimento e superação dos seus mais múltiplos dilemas.

A sustentabilidade de um “status quo” arbitrário que alimente um padrão de educacional – escolar, que não esteja outorgado na busca do bem comum, deixa como resultado uma carestia de se introjetar, novas oportunidades de atividades que formem criticidade filosófica e tolerante, bem como um desenvolvimento de signo mental, em se fazer perceber, como agente modificador do “ser”, no progresso de uma intersubjetividade, que adorne tanto um autoconhecimento, como aos mais resplandecentes elementos a destruição do espírito integrador a antagônicos grupos humanos, em comum a um mesmo cunho de aprendizagens e mutação informacional.

A “Escola” ao qual o Professor Clark, realiza seu trabalho, esmiúça, estamentos de um poder onde o “sujeito” é pressionado intrepidamente como, baluarte de conter o florescimento da criatividade, no insosso de se submeter, regimentos administrativos e pedagógicos disseminadores de intolerância, levando a um nefasto preceito de concentração de classe, alimentando o distanciamento de filosofias que possam entreveem bases claras de ensino, para atividades que estejam auspiciadas no patamar igualitário entre a formação humana, bem como a crescer dentro de delimitadores organizacionais, que não estejam distantes do respeito e pela locução ao pensamento crítico, e construção da opinião própria.

O filme “O Triunfo” dentro de concepções teóricas institucionais, oferece uma crítica, ao fator de uma educação que não venha oferecer tanto de maneira externa como interna elementos para uma lapidação mental, que possa propor um “cunho psicomotriz” saudável, que possa unir atividades lúdicas, nos diferentes estilos de regimentos escolares, no sentido administrativo como simbólico.

As adversidades encontradas por Clark, submetem a simetrias em coadunar em um mesmo espaço de ação, tanto na questão de um “sujeito” que venha cumprir, bagatelas de sínodos burocráticos, como um fator ao controle social do Estado, em vista de sublevar e despertar o pensamento “independente” das pessoas, como também melindrar, uma ação individualista, se distanciando do comportamento tradicional do “Professor”, como uma forma, a alimentar subsídios, que possam realizar, uma razão cativa de ludicidade, em torno de ambientes onde os confrontos com o alunato estejam norteados aos fatores, à destruição da criticidade, fazendo o surgimento de uma plasticidade de conhecimento, que cunhe, novas “práxis” pedagógicas que contenham um mesmo sentido ideológico, nas relações de corpo e mente.

Faz-se satisfatório percebemos, que a personagem principal, conflui dentro de seu comportamento audacioso, perante a situação de balburdia e caos da escola, extenua ações para um abrupto choque de realidade, em um esteio organizacional, que não basta somente incentivar os estudantes a lutar contra seus dilemas diários, e sim buscar, interações entre os estamentos burocráticos, sintonizados a conscientização diante desvalorização do professor como um agente intelectual, não sendo somente um disseminador de informação disciplinar, e sim contendo compromissos éticos na tangente, a gerar argumentações de como lidar com aspectos educacionais, que não venham a promoverem, princípios a modelarem uma “Escola” com ações democráticas, contando com uma gestão participativa, entre seus membros.

A questão de uma gestão participativa esmiúça a carestia, em lidar por partes dos órgãos estatais com o “indivíduo e suas capacidades de criação, e trazer o novo como arma para os descasos políticos para a Escola”, com ramificações a destruição de uma ética, pautada na descaracterização a uma intelectualidade estudantil, que não esteja unicamente destinada, na sustentação de compromissos tradicionalistas e formais.

O princípio conservador é algo com uma eloquência mórbida no que esteja designado, como um ceticismo, no comprometimento, tanto da “Escola”, como do professor, de um cabido, de levar jactâncias em adornar uma subjetividade, de um compromisso real de transformação do outro.

“O Triunfo” no espaço de uma abordagem logosófica em ramificações a ações tanto construtivistas, como sociointeracionistas, lança princípios centralizados na valorização da saúde mental, bem como a uma “saber”, que venha de encontro com permutações, em clivos, a propiciar, realizações, no prelado de conjecturas de ideais que possam sentenciar e contribuir de maneira lúdica, para a valorização da “Instituição Escola”, como um “vetor”, para a formação, tanto intelectual como moral do “ser”.

A questão do “ser aprendente” merece um destaque especial, nas alcunhas em evidenciar, o conhecimento, como uma “educação da escuta”, onde o papel do “Professor”, não seja outorgado, como detentor exclusivo do conhecimento, todavia como mediador, que leve o “estudante” a procurar, seus próprios semblantes, nos sufixos de atividades com pressupostos mentais, a atividade, que possam escamotear lutas contra uma parcimônia massificadora, em administrar um caminho de uma não, planificação ideológica com estertores dialéticos, na análise de uma desconstrução de didáticas, que não estejam, na órbita, em lutar, contra maléficos explanadores de manuais de ensino fechados, em si mesmos, no reluzente objetivo de angariar o florescimento de diatribes, em uma consciência social letrada com cartasis paradoxais de interpretações da realidade.

É de suma importância exaurir, que a “realidade”, dentro de um contexto escolar, ao qual se encontra “Clark”, deixa saliente o conflito entre o formalismo das métricas educacionais, bem como a providencia do professor a se reinventar a cada momento exalando um frutífero conflito, entre a ostentação do poder burocrático, de não levar, um viés filosófico, que provoque o “conflito idealístico do indivíduo”, também se encontra cercado por atrativos de uma ação moral, ao qual seu trabalho, caminhe “como sendo um executor de tarefas”, não gerando uma alastração de prognósticos em elementos pedagógicos, com clareza de uma condição humana, que eleve um “logos” para uma saúde psíquica, que se faça detentora do seu próprio destino histórico.

O professor Clark além de despertar o interesse dos seus “pupilos” necessita de divulgar e empreender um “conhecimento”, que desperte tanto o poder a desmitificar brutais arcabouços, para um desenvolvimento mental que concatene, no mesmo, semblante, a “história de vida” de cada pessoa, com um primado sociopolítico que não compunha abusivos, estratagemas, a uma neurose coletiva, de mecanismos repetitivos, na formação e assimilação de um saber suplantado ao bem comum.

É necessário mitigar, uma “gnose”, ao qual o fator de gestão de pessoas, dentro de um quadro doentio na carência em valorizar, um fluxo contínuo, de atitudes e ideias que venham abraçarem, dentro de um mesmo universo de “espaço – tempo” as possibilidades, a uma comiseração de uma intelectualidade, não somente a combater os problemas da escola, e sim conter êxodos de construir um multiculturalismo, que não esteja unicamente na união de etnias e tipos diferenciados de comportamento social, e sim a um alarido nos detrimentos na promulgação de um “pacto educacional”, que venha a valorizar, as instituições de ensino, bem como a uma conjugação de valores, que leve em consideração histórias da vida individual e pessoal de cada um de seus componentes.

As frustrações, diárias aos quais os professores, em sua boa amplitude, tem que lidarem, enfoca um poder do preconceito, a um compromisso de educar que vai além dos “reguladores” e “controladores” de corpos e mentes, com um traçado nefasto, unicamente culminado ao cumprimento de metas, aos quais o estudante está ensejado, nas quimeras de vim a ser visto somente em uma condição psicológica aversiva de geração da criatividade, intelectual, como baluarte de está, fardado unicamente ao cumprimento de medidas e normas dentro do âmbito escolar, e que não propiciam, teores educacionais lúdicos, como fatores humanos, contendo seus próprios poderes de escolha, bem como a compreender suas frustrações, vontades, sonhos e anseios.

A necessidade em gerar, nutritivos campos institucionais aos quais todos são ouvidos, que proponham, uma oposição ao tradicionalismo de sistemas hierárquicos, e que não levem em consideração as dádivas do trabalho em equipe, deixa marcado, no “eu – racional do estudante”, um sucateamento e empobrecimento do papel intelectual do professor, como um agente organizador e disseminador de informação e conhecimento.

Uma educação de qualidade que não esteja no alcance de todos, compromete o crescimento, de uma filogênese, bem como a uma sociogênese, que foque ideologias, atividades cíclicas, a alterações de fatores psicológicos que venham minimizarem, as reações da comunidade escolar, para princípios a não levarem, um caminho de construção social da educação, que esteja em torno à produção de saberes, que vão além dos muros da “Escola”, e sim que haja procedimentos atávicos para melhorias na integração multiculturalista, entre os seus componentes humanos mais diversificados em suas origens sociopolíticas.

Dentro as perspectivas da teoria de grupos, que ultrapassem o hermetismo de relações humanas que fiquem, unicamente ao seu cunho alienador do trabalho formal outorgado por instituições e empresas, não promovendo uma integração moral e social, para varonis atitudes em alimentar pressupostos psicológicos, como materiais, na produção de atividades lúdicas que venham combater a geração e a proliferação de antagônicas tipologias de preconceitos, Ron Clark leva, princípios de didáticas e pedagogias, que inicialmente chocam os pais dos seus estudantes, pela maneira “ousada” de como que vai construindo, ideias para uma valorização de princípios socioafetivos, em uma contrapostura, defronte ao “tradicionalismo” mórbido em testemunhar, a falta de atitude a promulgar medidas educacionais que façam uma construção psicológica e individual do “eu”, levando em consideração, mecanismos de liberdades individuais, para criação e suplantações de conteúdos científicos e filosóficos, por parte da comunidade estudantil.

Uma das grandes dificuldades, enfrentadas pelo seu gênio inovador e forte, consiste na elaboração de diálogos, que façam uma luta contra, uma “Escola Burocrática”, e que não cadencie, a circulação de abstratismo, na postulação de coeficientes intelectuais claros para ativarem, um sentido de lutas contra exemplificações de práticas de ensino técnicas, aclamados na conservação de um ambiente histórico e educacional, repousado de “ação”, quanto a vitalizar, uma troca intrépida de informação entre estudantes e professores, bem como a sociedade civil em si.

O sentido organizacional do conhecimento, em um ambiente escolar, rechaçado a um distanciamento de princípios, que não fiquem em boa parcela do tempo, encarcerados aos currículos herméticos, e que façam uma critica ética, e com respeito pelo próximo, possui um critério esquizofrênico, como uma produção em larga escala de um aparelho psicológico, estrangulado no quesito de liberdades, no aperfeiçoamento do “eu” como um ato de ação independente de projeções políticas, que venham a atender alguma classe social em especial.

A valorização de uma socioafetividade, que não esteja auscultada ao discurso, e integralmente possa servir e resplandecer filosofias de ensino – aprendizagens, que não estejam nas anátemas do tecnicismo, se encontra em uma virtude de discussão, a que possa haver superação, entre a “oficialidade”, dos planejamentos e normas estatais, com critérios a perpassarem, alicerces de solidariedades, morais e disciplinares, alimentando conhecimentos intelectuais, estando na virtude do trabalho educacional, estando, alojado as classes sociais, que contenham um “contrato social” claro, nos objetivos de uma subjetividade, contendo uma percepção da realidade existencial, que possa tanto, ser transposta para sua “melhoridade” em relação qualidade de vida das escolas, bem como a fazer  o “indivíduo”, se enxergar diante das suas mais, enfermas dificuldades de integração, moral e social.

Uma “psicogênese”, que promova a adaptação aos princípios intelectuais, que não estejam totalmente presos aos objetivos curriculares, angariando repetições de informações fazem com que Clark, procure encabeçar uma aprendizagem, que esteja aliada a realidade transversal de cada um dos seus estudantes, em uma condução de relacionamentos, em aliar condutas violentas, a fatores de avaliação, que venham a utilizar a valorização do “ser”, contra procedimentos de um Estado Maquiavélico, que não leve em consideração a história de vida de cada estudante.

Nesses sentidos, os aspectos percebidos, em torno à dificuldade de assimilação de conteúdos, bem a uma valorosa, construção de saberes que possam emergirem uma intelectualidade polifônica, que arquitete um continuo traçado de informações, bem como a uma educação critica, está adulada, a um movimento uniforme de colocar todos os estudantes, dentro de um mesmo sistema de processo avaliativo, não importando a história de vida de cada um, bem como suas vontades, sonhos e anseios, que são naturalmente diferentes entre si.

Essa massificação ao qual, Clark, tem que lutar enuncia as dificuldades da instituição “escola”, de melindrar os procedimentos de fazer o estudante, procurar o autoconhecimento para depois se chegar a um limiar de saberes científicos e filosóficos, que venham a formarem, uma mente dialética para a compreensão do universo ao qual esteja inserido, e de como isso possibilita, o crescimento de grupos humanos criativos, que venham a esmiuçar, uma higienização de amarras e conteúdos culturais, que não generalizem a produção de “mentes éticas”.

A carência em impregnar um universo de ética e respeito, faz um procedimento intelectual de levar a um conhecimento de um humanismo institucional, ao qual o descaso da “Escola” em levar apoio às atividades que não estejam no cotidiano, em combater a monótona repetição de formulações e saberes, durante boa maioria de tempo das aulas, que venham a unirem tanto o professor e estudante, na busca de uma qualidade clara de ensino dialético, evidencia um sentimento distante na geração de relacionamentos humanos que não fiquem no estreito exclusivamente profissional, se fazendo necessário, a utilização de procedimentos ocultos, em relação aos “currículos oficiais”.

Dentro de um comprometimento aos certames de produção de resultados claros, e concisos na produção de resultados avaliativos, que cumpram metas estabelecidas pelo poder estatal, está um sentido polissêmico, a destruição de desenvolver uma subjetividade, detentora de sua própria compreensão da realidade ao qual vive, deixando um viés de doutrinação ao qual, não haja uma flexibilidade de relacionamentos e transições de negociação entre a comunidade escolar, com os aparelhos da “Ideologia Oficial de Estado”, levando a uma conjectura de aniquilação do diálogo como fator fundamental para evidenciar uma “natureza humana”, desburocratizada, e que saiba conviver com regras e não com imposições sociopolíticas que limitem seu progresso intelectual, econômico e psicológico.

As oportunidades dentro de um êxito de desvalorização a um ensino, que esteja cerceado tanto na promulgação da imagística do “Professor” estando distante de estar integralmente restrita sua atividade profissional como mais um número cercado as instruções de “manuais administrativos”, revela que a “Escola”, em determinados momentos, precisa alimentar procedimentos de comportamentos que vão além das suas funções habituais, semeando progresso de atitudes racionais e afetivas, estando centralizadas no protagonismo de vida de cada ‘indivíduo”, que não venha a imbuir uma relativa histeria, de não se tornar um antropo de convivência social, bem como de troca de conhecimentos e vivência diária dos estudantes de baixa renda e com graves argúcias familiares, que transportam seus traumas para dentro da sala de aula, depositando toda sua revolta perante o “grupo” ao qual esteja inserido.

Clark, deixa durante várias passagens do filme, como no caso quando vai preparar o jantar na casa de uma aluna com sucessivos casos de indisciplina, mas com um potencial para os estudos, que um dos fatores para gerar rebeldia, está sentenciado na carência de atitudes familiares, que venham a trabalhar um comportamento “lúdico e afetivo”, do adolescente, valorizando a figura do “outro”, bem como a conter reforços de incentivos aos prosseguimentos dos estudos, e a conter uma sociabilidade lúcida de respeito pelas instituições, germinando uma cidadania com liberdade e respeito pelo próximo.

As vantagens de ir além de relacionamentos humanos tradicionalistas, entre professor e estudante, que ultrapassem os limites da formalidade, deixa um gosto que, a cientificidade bem como teorias educacionais, encabeça dentro de seus espaços epistemológicos e acadêmicos, que em determinados momentos, não conseguem plenamente, atingir as carências de vida dos adolescentes que estão diante, de conjecturas comportamentais, preenchidos pela intolerância, e seduzidos pela “vida fácil”, sendo alvo frágil para a criminalidade, bem como a adentrar na marginalidade e ao consumo de entorpecentes.

O principio de fazer um trabalho, em uma “Escola de Risco”, lança desafios para os educadores, a trabalharem um ensino, que não fique estendido aos objetivos unívocos dos materiais didáticos, e sim construir vínculos de afetividade e de atenção, aos problemas que cada estudante enfrenta, para depois caminhar, para produção de pedagogias, que cheguem à despertar a criticidade, bem como a vontade de prosseguir aprendendo, polivalentes conceitos disciplinares.

A luta que Ron Clark, engendra procedimentos contra, a uma repetição de humilhações e violências que o professor passa, deixa um inconsciente de interpretação, alinhado ao descaso de levar uma educação lograda no princípio da “instituição  família”, e de comoela se tornou com o passar do tempo, um plácido de produção de mão de obra barata, para sustentar o “boom’ industrial”, passando depois para um irrisório fator de aglomeração político – ideológica, seduzida por discursos suplantados, de distorção de liberdade argumentativa e crítica.

A própria questão de um espírito – crítico deixa um fator, de confusão entre a anarquia e a luta por direitos, pois quando se faz um principio de transposição de um estereótipo administrativo, que oculta, preceitos a uma democracia de direitos, que seja igual para todos os setores da sociedade, enfocando alardes de uma destruição do sentido institucional da “Escola”, no limiar de levar uma ação de transpor, arbitrariedades cometidas por um Estado intransigente em apoiar e gerar planos e metas claras de informação educacional concisa para a geração de mentes dialéticas, que valorize o fator do individualismo ético, faz surgir um desrespeito pelas diversidades culturais que orbitam os micro e macros espaços em torno de sonâmbulas estruturas de um poder simbólico, na frequência de uma educação, que não proporcione, o solicito turvo de libertação mora e afetiva do “ser”.

Clark dispõem de ir contra um sistema educacional enfadonho, de levar a uma “práxis” de mudança de pensamento, em benefício a atitudes mútuas de respeito pelo próximo, bem como a favorecer lutas a construção de uma miserabilidade, na elocução na construção de ideários filosóficos e educacionais, que possam combater um sistema de acumulação de capital, concatenado, na formação de mão de obra barata, que não venha a favorecer, o enriquecimento de sinapses a aprendizagens, que amortizem a selvageria de não levar um movente psicológico na construção de particularismos banhados pela formação de opinião crítica, com uma identidade de informação, que esteja comprometida ao respeito pela condição sociológica de cada pessoa.

Nesse quesito, os traquejos de comportamentos, que venham exaurirem, a independência de assimilação e abstração do “real”, tanto do professor como do estudante, se encontram ultrajada por princípios ideológicos, apontados para a destruição de compreensão e criticidade idealística, bem como investigativa e de crescimento da curiosidade, como instrumento de levar a educação, não como uma superestrutura de estagnar o teor de uma candura de compreender a posição do “outro”, bem como a prosseguir seu próprio caminho de liberdade questionadora e intelectual, e sim como artífice para a massificação.

O controle dos corpos e a formação das massas, é algo simétrico em “O Triunfo”, como as limitações do acesso a determinados pontos do espaço arquitetônico escolar, sancionados, pela direção, o que deixa o trabalho de ensinar comprometido, diante o desconforto de estudantes e professores, em não conte, possibilidades de alterações do cotidiano, existentes durante os horários das aulas.

Isso se faz perceber, um “existencialismo”, a uma ontologia, de considerar a “Escola”, dentro a uma grande margem de amplitude, um cabido de vim a testemunhar concílios para transformações psicológicas, que levem não somente ao respeito por regras, normas ou condutas, e sim gere alternativas pedagógicas, para uma articulação entre pensamento e ação, visando ultrapassar, as atrocidades de supra organizações, econômicas, sociais e políticas, que não realizem atividades que promovam a emancipação do “indivíduo”, bem como venham a favorecem, a clareza de receber e produzir conhecimento e informação que não esteja exclusivamente, sacralizado, ao “bem estar”, de alguns privilegiados, e sim na luta contra uma docilidade de ideais rebeldes na luta por uma “Escola” que não esteja alijada ao tradicionalismo, e banalização da ludicidade, tanto de mentes, como no incentivo de novos artífices de luta contra a inserção da promiscuidade em relação as camadas humanas menos favorecidas.

A construção social da educação escolar, bem como a alteração, a paradigmas de que levem conservação de estreitos civilizatórios, que não promulguem um ensino, que não realce a alienação, fabricando contornos a uma antropologia de conhecimento, que não esteja na frequência semiológica do cotidiano, com um distanciamento entre, erudição e rigor do conhecimento científico, adorna um profícuo, grau de sustentação a, atritos de homogeneidade entre a educação formal, baseada no respeito pelas diferenças, crenças, etnias, posturas políticas, bem como ao aprendizado propedêutico, filosófico e científico.

O professor Clark, vai aos limites de suas ações profissionais, aos quais, em unir a rigidez e escassez moral e social, a uma flutuação de alterações e lapidações burocráticas, que promovam alcunhas, a um “homo ludens” que realize mudanças no sentido à compreensão do indivíduo, perante a instituição ou instituições ou qual esteja, locado, não colocando um blasto de aceitação em relação às similitudes de destruição as liberdades democráticas, e sim um heterodoxo axioma de melhoramentos, nos manejos a uma intelectualidade orgânica, levando princípios para um entendimento coletivo, das atividades que ocorrem dentro do âmbito escolar, todavia que não são “diretamente”, guarnecidos aos princípios e mediatrizes curriculares.

Tanto isso se faz jus, que o filme, enfoca trabalhos de ensino, formulados na psicomotricidade, em desafios criados pelo “Professor”, como uma forma de valorização de uma lógica atitudinal, que tenha tanto uma cultura de abstrair conteúdos, como a lutar contra aglutinamentos intelectuais, que falsifiquem a adentrada de uma informação, que possa se desconstruir com passar tempo no preâmbulo benéfico, de um letramento, que realize o surgimento do “eu – crítico”.

A organização institucional da “Escola” na contemporaneidade, se encontra no desafio de cumprir normas de um compendio estatal truculento, no semblante a inovação de didáticas educacionais, que possam valorizarem, a diversidade multiétnica bem como, nuanças, para aspergirem saberes, que não fiquem em sentidos anacrônicos, de passar de geração a geração, uma mesmice do senso-comum, no que se diz tanto ao trabalho do professor como do educador, realizando uma disseminação de um espírito altruísta e protagonista para o conhecimento, bem como alimentar uma juventude a se envolver com adereços subjetivistas nas possibilidades de uma construção social, e moral de aprendizagem que não seja estagnada por presságios a ideologias burocráticas, domiciliados pela violência, de vim, a conter a mancha, do extermínio da criticidade no ensino básico, como base para se chegar ao âmbito universitário de maneira ética e com audácia para a inovação.

Eis uma palavra, que caberia bem dentro do perfil de Ron Clark “caos”!

A partir do “caos” materialista e ideológico da “Escola”, caminhar para uma osmose, de sair, a uma cartasis esquizofrênica, de estar regulado a sua imagem profissional unicamente como mais um dentro do espaço de ação humana na instituição escolar, ressabiado, pelo respeito e tolerância, e ao descumprimento constante das normas de boas práticas, e ao descaso das autoridades, em arquitetarem, novos elementos, para uma intelectualidade que esteja no limiar de uma inovação sistemática, em se levar uma “educação que não seja” unicamente conteudista, e sim provoque metamorfoses, no primado mental e social, de agir de maneira dialética perante as diversidades.

O tradicional bairro de Harlem em Nova York, notório por ser um reduto negro, e também pela demarcação a padrões de vida defronte gastos e luxo, supérfluos das classes abastadas, contradiz com a dura realidade de carência das instituições públicas em promover um atendimento e oferta de serviços que atenda todos sem exceção promovendo um descaso de debate político, que se concentre em torno da realidade  dos grupos sociais menos favorecidos.

Clark pode vim a ser comparado, como uma “ilha”, enfocando oportunidades de crescimento, contendo nas sedições do desânimo e fracasso, como uma forma de incentivo na conservação de lastros em lutar, contra uma condição social subalterna, como regra histórica, amargado por anos de discriminações e violências, causados por classes sociais capitalistas.

A marginalização, com um relativo aval da cegueira, na promoção de princípios interacionistas, que estejam no sabujo, de levar oportunidades para uma maturação, sexual, moral, afetiva, e política, como para uma crescente desqualificação do pensamento social, que veja na educação, bem como a “Escola”,  se cria um caminho para liberdades de atuação educacional, em cenários de adversidades grotescas, que possam reunirem predicados de ações humanísticas que visem o bem comum.

“A promessa da vida fácil”, a sedução das drogas e da prostituição, aliada ao descaso de investimentos em escola de periferia, levam a um cancro na projeção de uma educação, que contenha uma ascensão intelectual, com oportunidades de vim a unir, as classes socais mais baixas, com diacrônicas redes de relacionamentos humanos, fracionados, na circulação do consumismo e sustentação de interesses corporativos, que anulam o alastramento de atividades de informação, dispostas a trabalharem a autoestima dos menos necessitados, conservando um primado de miséria, passado de geração a geração, ao qual Clark, precisa se fazer lutar e também sair da utopia para realização a um ensino que possa mudar paradigmas históricos, e assim fermente a construção de uma obra de ação sociocrítica ao ensino aprendizagem, bem como de análise institucional da “Escola”, como um comprometimento de melhoria de vida para as pessoas, e não unicamente como uma fabrica de pseudo – intelectualidades que não possam mudar seu destino.

As ameaças as suas metodologias inovadoras de ensino, estão na própria superfície de discriminação da sociedade, que não compreende o valor do diálogo, em aulas assembleias, onde cada um possa expor seu pensamento, vontades, desejos e angustias, bem como a união clássica de uma imagem de autoridade profissional combinado com o afeto, do “Professor”, representando “indiretamente” uma luta, “Estado Opressor” em verter, uma integração entre as mais antagônicas classes sociais.

A mudança dessa estética recepção, em se fazer um profissional da educação que possa realizar diferenças na vida das pessoas, se torna um dos marcos fundamental aos quais Clark, empreende suas premissas de ensino.

O projeto educacional ao qual Clark se proporciona a implantar consiste, na regulação de comportamentos que não venham a estarem estereotipados com ética e respeito pelo outro, como no desenvolvimento de carências, no que tange a um batistério teórico e prático, de entrever uma didática de ensino que venha a provocar uma condição de inteligência que possa aperfeiçoar e colocar em prática uma criticidade a valorizar o próximo, bem como a instituição escolar, contendo um marketing de levar para além do espaço escolar, uma gama de intelectualidade que possa vim a modificar, a maneira de se relacionar das pessoas, bem como a valorização de uma cientificidade, e de realizar uma educação que não esteja unicamente, estagnada na preparação de mão de obra barata, e sim adentrar em diferentes campos de uma metafísica que  possa vim a realizar ações de uma maior integração social entre as pessoas.

O descaso pela educação de base, bem como o favorecimento ao crescimento de uma elite, que coordena a manutenção de papeis ideológicos, que contenham “virtus”, de uma sonegação a um aprendizado dialético, e que possa sair integralmente do campo da utopia e caminhar na direção de uma cidadania esgarçada ao bem comum, está confrontado por uma história, que limita a ação de moldar dentro dos mesmos patamares de igualdade e oportunidade, um cunho organizacional educacional, que não venha apresentar procedimentos de oportunidades para uma concentração populacional nefasta, seduzida por ingredientes intelectuais, comiserados a um “establishment” que não trabalhe aspectos lúdicos das pessoas envolvidas com processos educativos críticos.

Uma violência simbólica agressiva, ao qual Clark venha a se deparar, está nos atrasos e negligências de oferta a um ensino, que realize uma lapidação mental concisa, e que venha a sair de cunhos imagéticos depreciativos no que tange a oportunidades de buscar uma vida melhor para os que são oprimidos por um sistema caótico de integração social e étnica, exalando uma anormalidade na elevação de uma estrutura educacional, que possa combater os interesses corporativos do Estado, bem como a uma proliferação a destruição de um “ser humano”, contendo a importância em enxergar o próximo não como uma ameaça, e sim como um prognóstico de construção sociobiológica dialética e com compromisso de ação, perante as injustiças.

Não se trata de incentivar a balbúrdia sem uma causa clara de compromisso de modificação social, de irrupção de uma classe juvenil, que acerca da sombra dos interesses voluptuosos de uma política segregacionista, promover um espaço escolar que não esteja envolvido, no comprometimento, de se fazer uma “instituição escolar bem como sua organização”, um estreito idealístico, a extenuar, uma gestão de conhecimento e informação, que não realce a burocracia e sim, construa um compromisso de “labor”,  não ortodoxo de deixar o saber, destinado a uma pequena gleba de privilegiados, e contribuindo para uma realização de conhecimento, com sombrios protótipos, de uma condição humana, caracterizada pelo descaso, e violência contra o estabelecimento de normas, que possam serem valorizadas, no prisma ideológico de uma organização de inteligências que componha explanações para uma cadência de valorização do indivíduo lúdico, como sendo único, dentro a sua jornada de vida em sociedade, bem como a realizar um ensino, que não compunha, alusão de realizar uma engenharia de pensamento em busca do bem comum das pessoas, aprimorando um coeficiente, a conhecimentos que sejam dignos, de uma ação comunicativa de crescimento e aperfeiçoamento tanto  moral e intelectual.

Ron Clark constrói uma representação social de fleumáticos prosseguimentos sociopolíticos que vão contra um pragmatismo, intelectual que possa qualificar uma ascensão das classes menos favorecidas, e também que o papel do professor reflexivo, necessariamente em boa parcela os casos, tem que ir contra os interesses de culturas políticas, que possam classificar, como rebeldia e insubordinação, sinais de novos procedimentos pedagógicos que possam arrefecer uma condução informacional esclarecedora, bem como a produção de atrativos de conhecimentos que não estejam nos cunhos de interesses do Estado, na projeção de uma “contra metodologia” de levar um aprendizado com leveza e diatribes de rompimentos com neuroses comportamentais, que não venham a valorizarem, tanto o professor como o estudante, em um caminho de modificação social e moral da sociedade.

Nas premissas de enxergar as dificuldades e as hostilidades impregnadas pelos estudantes, dentro de uma “era da informação” instantânea, na divulgação do conhecimento, o desafio da profissão “Professor”, está em chamar a atenção dos seus discentes diante da explosão tecnológica, e em como conservar essa atenção perante seus estudantes, ao qual a sua aula necessita de inovação sucintas, que venham muitas vezes sair, do preceito do planejamento realizado inicialmente, contido nos documentos oficiais, o que deixa uma clara, necessidade do crescimento as atividades contidas em um “currículo oculto”, mas que também faça transições democráticas para compor núcleos educativos, que não alijem um paradoxo, entre despertar e trabalhar a liberdade de criação e inovação metodológica na sala de aula, com seguimentos educacionais “intransigentes”, no que seja servil na manutenção a probos de um ensino que não contenha no diálogo a fuga de zumbização em acoplar uma “Escola” que não se comprometa, as transmutações de ações que venham, visar o bem comum das pessoas.

Por tanto, as dificuldades que ameaçam atitudes a uma “dada instituição educacional”,  promulga, procedimentos, para um nicho de louvar, os “problemas”, como uma parte natural do período de atividades em torno de suas estruturas morais, políticas e sociais, como fatores para se chegar a excelência de ensino, estando isso não  em aceitar os “problemas”, e sim, fazer das atribulações, uma qualificação, e amadurecimento de novas ideias, que possam valorizarem, novas atividades de conhecimentos e interpretações que estejam na culminância a empreender, novos adágios para um comprometimento funcional dos membros da empresa ou instituição, em busca de procedimentos para uma valorização do trabalho em como bem a realizar um trabalho de fazer dos desafios um caminho para se chegar ao sucesso e a esclarecimentos e cumprimentos de metas organizadas, pelas normas regimentais.

Se pensarmos a um nível da valorização da psicopedagogia institucional, a escola necessita se reinventar, para não cair em um ostracismo, de vim a ser, classificada como uma instituição ultrapassada, que não acompanhou o ritmo de evolução da história, como material e moral, no progresso de uma gestão participativa ao qual a escola possa incluir diferentes elementos humanos em torno de um mesmo espaço de ação, facilitando a compreensão e a importância que o “outro” traz para a vida das pessoas, bem como realizar, ações assimétricas a prevenção de atitudes, que venham a desestabilizarem a harmonia, entre todo o escopo humanístico que o compõem.

Clark, adorna o surgimento de interpretações tanto para a rebeldia, como para inovação, ao quais as estruturas de poder contidas na “escola” caminham, para um conluio de entreter, novas atividades, a uma intelectualidade, que possa gerir novas ações de combate, a instauração de sincronismos destrutivos da informação lúdica, em professar uma educação, que seja audaciosa a romper, com barreiras de uma integração, entre o respeito e compromisso com o próximo, como a valorizar um devaneio de fazer do papel do “Professor”, não somente um executor de tarefas, e sim contendo uma identidade de transmissor e formador de opiniões, que possam estar, na frequência de uma dialética, que valorize tanto o aprendizado formal e informal do estudante, como seu aprimoramento educacional, nos ditames corporais, e intelectuais, valorizando uma maiêutica, e a busca da felicidade individual, mas que não venha a destruir uma ética de respeito por aqueles que estão ao eu redor.

A ousadia do “Professor Clark” deflagra conflitos éticos dentro da instituição escolar que vão desde, a participação ativa do educador dentro das decisões a serem tomadas pela instituição, bem como os “liames”, entre a ousadia, e insubordinação perante a gestão escolar.

Fica essa questão como um caminho, para que as relações de poder dentro dos espaços de atividades escolares cresçam intrepidamente para melhor na formação de uma moral e afetividade profícua para o bem comum, porém não podemos deixar de destacarmos, que uma gestão democrática não pode ser, assimilada a uma atomização de cunhos administrativos que são necessários para um caminhar, produtivo dentro da instituição ao qual tanto o “Professor”,  como qualquer outro profissional, se faz envolvido em sistemas trabalhistas e intelectuais, fixados com normas a serem cumpridas, bem como escalas e divisões de gerenciamentos e domínios hierárquicos, que ao mesmo tempo em que fiscaliza, exala os traçados e as metas a serem trabalhadas pelos mais diferentes tipos de profissionais.

Na “escola” não é diferente, mesmo diante do torpor da violência a uma dádiva em vilipendiar uma construção da qualidade de ensino, na compreensão de uma métrica educacional, que possa não vim a ser classificada estritamente como cumprimento de normas curriculares, em delimitar as ações e atividades do professor, estão auscultadas cem uma patente de respeitabilidade perante sistemas ideológicos truculentos, de compromissos e regras, que coloquem em mesmo eixo de compreensão filosófica e atividade trabalhista, os cernis para uma educação que se faça aberta a renovação constante, produzindo pilares de uma administração institucional, que não esteja ligada a uma divisão social, contendo intransigências, para gerar atividades intelectuais, que não produzam neuroses coletivas, a uma desfiguração mórbida da função social da escola e do professor, como agentes de construção e oferecimentos de oportunidades e mudanças socioeconômica e intelectual.

A “escola”, com o auxílio de uma gestão pedagógica democrática capaz de enxergar uma cultura hibrida que se faça presente, nos mais múltiplos seguimentos da sociedade civil, estando comprometida, nas paralaxes de uma política a cuidar de todos os seus quinhões humanos, possibilita a produção de aulas assembleias, bem como o florescimento do diálogo como uma das principais atribuições, para um ensino que leve, a construção  de atitudes, a uma remissão mesmo que lentamente, de um classicismo e julgamentos falaciosos, quanto à taxação social aos quais, determinados elementos humanos são predestinados a passarem por dificuldades, vindo a servirem, aos interesses das classes mais privilegiadas.

É notório, que nesse campo do hibridismo cultural o trabalho de liderança introduzido pelo professor Ron Clark, é uma forma de lapidar a autoestima de seus estudantes, massacrados pela marginalização e formação de preconceitos, que reduzem uma sociabilidade com ética e respeito pelo próximo,  facilitando a segregação e uma concentração de classe, que glorifica um reducionismo de moral e valorização da ideia de buscar uma melhor condição de vida, para aqueles estudantes que vivem em áreas de risco.

Nesses procedimentos em se trabalhar a autoestima dos estudantes, não deixa também de vim a classificar a necessidade de renovação da criatividade, em unir as dificuldades com atitudes, a um campo de conhecimento organizacional, ao qual os eventos passados em “O Triunfo”, possam disseminar ideologias sociais onde, venham a imperar combates a adversidade de uma convivência pacifica das pessoas, e ao qual a instituição que estejam realizando suas atividades de emprego, passando a promoção de um “humanismo ético” de respeito pelo próximo, e que a instituição em si, produza caminhos de oportunidades e crescimento de oportunidades, tanto para estudos de uma moral educacional, que possa levar dentro de suas conjecturas, atividades psicomotoras,  realizando trabalhos de produção de uma pedagogia bem como a psicopedagogia que possa deter uma ética de vivências em torno a múltiplos entendimentos, de como usar as dificuldades relacionadas ao convívio dos estudantes e toda a comunidade escolar, como arma para novas tangentes de uma educação tanto moral, bem como científica, voltada para o bem comum.

Tanto, que Ron Clark, precisa se reinventar a cada momento como profissional para chegar as maiores profundidades de um procedimento de didática que possa tanto emergir sabedora e inteligência, como a entender os dilemas que cada estudante passa, contando para um terreno de ações humanas estereotipadas pelo preconceito, e pela falta de oportunidade e intolerância, perante ângulos populacionais marginalizados pela sociedade, e contando também, com relativo xenofobismo, na carência de organizar, uma política que abarque todos dentro de um mesmo “caput estatal”, a uma escola com excelência de ensino, distante a de preconceitos.

As atividades educacionais, aos quais, “O Triunfo”, exala, serve como um emparelhamento metodológico para formação de professores, que possam enxergar as arestas institucionais e organizacionais, que desvalorizam a individualidade, bem como a carência de uma “organização”, a disseminar valores que lancem desafios de trabalho para o crescimento de seus funcionários, que como a “Escola” retratada no filme, as atividades do cotidiano, já são, um “grande mártir” para serem realizadas,  tornando o ofício do professor como um pesado fardo existencial, carregados de frustrações e humilhações.

Tanto a autoestima do “Professor”, como do “Estudante” podem serem desenvolvidas com efeitos irados, em uma análise feita a partir da situação muitas vezes “vexatória”, ao qual passa Clark, e os desafios que são lançados em áreas problemáticas de ensino – aprendizagem, como sendo uma maneira de aperfeiçoamento e renovação do seu trabalho, levando para um parâmetro que advindo aos momentos críticos e pontos de atenção, aos quais passa um espaço institucional, venham arquitetar, uma excelente chance de se aproveitar, novos estribos humanos, para aprendizagens e melhoramentos tanto da gestão do conhecimento, como no convívio entre funcionários e cargos gerenciais, que no caso da “Escola” pode ser envolvido, em um preâmbulo administrativo envolvendo, comunidade, direção, professores e estudantes, em como valorizar relações de diálogos voltados ao bem comum, e na aprendizagem, intelectual, e científica, sentenciada  a fazer da “Escola” um caminho de proliferação de cidadania, educação lúdica, e respeito pelas diferenças.

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