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Nas passarelas do meu sonho…

A beleza brasileira que tu herdaste…

É o guindaste de meus sonhos…

Aos quais oponho…

Sua falta…

Com um sentido, sem convicção…

Que nas passarelas da minha saudade…

Faço eternidade em sua presença imaginária…

Mas refratária de novas…

Imagens, pelos quais…

Vão deslizar pelo êxito de minha subjetividade…

Adormecendo em seu colo…

A beleza tão agressiva…

Que me faz…

De claustro, nos meus comprometimentos filosóficos…

E desfila nos meus sonhos…

Fazendo um amor…

Sem classe, cor, sexo, ou religião…

E sim unicamente por esperar te ver novamente…

Reluzente, brevemente…

Demente…

Mesmo que unicamente em ficar a contemplar seus sorrisos…

Minnie faz o Mickey chorar…

Porém, nada faz mais sintonia…

Na psicanálise da paixão…

De ver seu coração sorrindo…

Meu querubim da distância…

Massageando meu “eu” de esperança…

Com temperança, e enchendo meu íntimo…

De alegria e saudade…

Cortante, mas que reconforte…

Meu desejo na mais…

Profunda emoção…

Em continuar sonhando…

Mesmo andando…

Pelo vale…

Do distanciamento…

Sem ressentimento….

Mas sereno…

Em te encontrar em desfiles…

Da minha imaginação…

De seu admirador…

E sofredor…

De sua partida…

Sua casa está com outros…

Mas sua lembrança vagueia sempre…

No consultório, de sua falta…

E no medicamentoso…

Caminho em suportar sua ausência…

O passado…

Uma janela íntima…

Para outorgar pensamentos…

Antagônicos…

Para ver você sorrindo…

E mentindo…

Ao qual a suas tristezas…

São ventos…

A impulsionarem…

Novos eventos de desfiles de saudade…

E esperança…

No meu cotidiano…

De felicidade, pela sua felicidade…

Mesmo estando contemplada…

Por seguidores e admiradores…

Com uma rima melhor…

Que a minha…

Mas não terão jamais…

O sorriso…

De uma noite de amizade…

Que virou saudade…

Seu desfile em minha mente…

É eterno…

Lady, da indiferença do meu “eu”…

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