5 Lições Marcantes de Anos Incríveis

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Comentar TODOS os episódios de Anos Incríveis não foi o bastante, hoje iremos recordar 5 lições marcantes dessa série da década de 80/90.

Então, sigam-me os bons…

Vamos começar do episódio intitulado “Frank e Denise“.

O professor Lemkur nos deixa a seguinte mensagem: – “O amor é uma bela piada, uma vergonha, e nunca aquilo que aparenta ser”. Poderíamos parafrasear Charles Bukowski que diz: – “O amor é uma névoa que se queima com a primeira luz de realidade”.

O amor é complicado e normalmente acaba, todo começo é ótimo, mas com o tempo…

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Outro professor também fez sucesso na série, ele atende por Collins, e é professor de matemática, a sabedoria dele era gigantesca e seus conselhos inspiradores, mas um em específico chama a atenção: – “Todo problema encontra sua própria solução“. A vida é bem isso, os problemas surgem e vão embora com a mesma rapidez.

Lembro de uma frase que diz: – “Se um problema pode ser resolvido, não devemos nos preocupar, e se ele não pode, também não devemos“.

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Agora é hora de irmos para o começo da série, ainda estávamos no terceiro episódio quando Jack Arnold deu um dos melhores conselhos para seu filho: – “Não se pode fazer tudo que se quer na vida, tem que se fazer escolhas, tentar e ser feliz com elas“. Jack tem toda razão, infelizmente não podemos fazer tudo o que queremos, apenas devemos tentar ser felizes com a escolhas que fizermos.

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Lembra quando aquele “patrão chato” ficava pegando no seu pé? Pois bem, Harris era um desses caras, Kevin não aguentou e pediu para sair, foi só então que ele percebeu: “Eu troquei minha gravata por um chapéu estúpido e um crachá de plástico no shopping, quando sai, um mês depois, ninguém se importou, mas sempre que pego um parafuso de cabeça chata penso no velho senhor Harris e no som daqueles sinos de vaca quando sai por aquela porta e mesmo não sabendo dizer exatamente o que foi que ganhei eu sei que não consigo avaliar o que perdi” – Esse foi um episódio que mostrou que nem sempre o emprego “mais fácil” é o que vai ser melhor para você.

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Agora vamos voltar para o primeiro episódio, a primeira reflexão de Kevin Arnold foi demais: – “Era o primeiro beijo para nos dois, nunca falamos sobre isso depois, mas penso sempre nos acontecimentos daquele dia e de alguma forma sei que ela também. E sempre quando algum garganta começa a falar sobre o anonimato do subúrbio ou a inconsciência da geração da TV, porque sabíamos que dentro de cada uma daquelas casas idênticas com seus dodges estacionados na frente, seu pão de forma sobre a mesa e o azul brilhante do aparelho de TV no cair da noite, vivem pessoas com suas histórias, famílias unidas na dor e na luta do amor, existiam momentos que nos faziam chorar de tanto rir, e outros como aquele, de perplexidade e tristeza“.

As famílias se unem na alegria, mas na tristeza, no luto, a união é maior, ninguém sabe os problemas que cada um passa, por isso a grande lição deixada é que não devemos julgar os outros.

“Anos Incríveis” foi a série com mais valores morais que eu assisti, se você teve uma boa educação, respeita à sua família e amigos e se recorda com saudades de sua infância, essa é sua série.

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