Opinião com Café | O Terminal

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Filme de 2004 com 2 horas 8 minutos de duração.

Sinopse: Viktor Navorski é um cidadão da Europa Oriental que viaja rumo a Nova York justamente quando seu país sofre um golpe de estado, o que faz com que seu passaporte seja invalidado. Ao chegar ao aeroporto, Viktor não consegue autorização para entrar nos Estados Unidos. Sem poder retornar à sua terra natal, já que as fronteiras foram fechadas após o golpe, Viktor passa a improvisar seus dias e noites no próprio aeroporto, à espera que a situação se resolva. Porém, com a situação se arrastando por meses, Viktor permanece no aeroporto e passa a descobrir o complexo mundo do terminal onde está preso.

Opinião com Café.

Como diria Charles Bukowski, “Tem dias que é melhor nem sair da cama”. Vitor Navorski é interpretado por Tom Hanks e ele está em um desses dias.

Em uma viagem para os Estados Unidos, seus país de origem (Krakozia) sofre um golpe de estado, devido a esse acontecimento, Navorski “não é mais reconhecido como um cidadão”, então ele fica sem poder entrar nos EUA e sem poder voltar para seu país. A única solução encontrada foi morar no aeroporto, e improvisar praticamente tudo, lugar para tomar banho, comer, lavar roupa… mas no meio disso tem um pequeno problema, ele não fala inglês. Devido a seu carisma, Navorski vai conquistando o pessoal do aeroporto, e Frank Dixox, um diretor do local, começa a se incomodar com a situação.

Pronto, temos a história para pouco mais de duas horas, o que em certo momento se torna cansativo, pois a trama passa praticamente o tempo todo dentro do aeroporto, e você já pode imaginar que com isso o filme fica bem lento.

Porém não é nada que estrague a trama, a sua construção é muito boa, mistura humor, drama e um pouquinho de romance. Sem contar que o longa não fica apelando para histórias secundárias, o que é muito bom. (Mas que fique claro, existem histórias secundárias.) 

Tom Hanks dispensa comentários, o ator está muito bem no papel, e seu antagonista, Stanley Tucci, não está mal também.

Você pode até falar dos furos do roteiro, e da apelação sentimental do final, mas não pode de maneira alguma negar que a história é bem interessante.

Nota 8.5

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