Opinião com Café | Pixels

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Filme de 2015 com 1 hora e 46 minutos de duração.

Sinopse: A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos: Sam Brenner (Adam Sandler), Eddie Plant (Peter Dinklage), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e a tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan).

Opinião com Café.

Na década de 80 foi onde tudo começou, pelo menos em Pixels, a febre dos fliperamas está tomando conta dos jovens.
Sam (Adam Sandler), Eddie (Peter Dinklage) e Ludlow (Josh Gad) são os melhores jogadores do país e são acompanhados de perto por seu amigo Will Cooper interpretado por Kevin James.  

Depois de um torneio os organizadores resolvem mandar os vídeos dos jogos para fora do planeta, para se caso ouve-se vida inteligente, eles entendessem nossa cultura.

O tempo passa e os três primeiros fracassam com suas vidas, sendo que só Will consegue um cargo de destaque, mas sua aprovação também não é das melhores.

Um belo dia a terra começa sofrer ataques de vídeo-games, pois os extraterrestres que acharam os vídeos enviados entenderam que aquilo era uma ameça, o resultado é que os três nerds fracassados são a única esperança que nosso planeta tem.

Adam Sandler se tornou uma pessoa muito criticada no mundo do cinema, lógico que ele deu vários motivos para isso, mas esqueça um pouco o passado desse ator e foque apenas no filme. Sua atuação não é das melhores, nem suas piadas, mas elas não são ruins também, é possível sim rir de algumas cenas com ele, porém ele continua pecando por muitas piadinhas sem-graça.

A “mocinha” do filme? É a Tenente-coronel Violet Van Patten interpretada por Michelle Monaghan, uma mãe, dona de casa e tenente, que foi abandonada pelo marido e começa flertar com Sam, o enredo que envolve a personagem é daquelas comédias românticas, com muitos clichês, bebedeiras e um fim que você já deve imaginar.

Os destaques são Kevin James Peter Dinklage, o primeiro consegue fazer um humor meio pastelão, com dancinhas e bolo na cara, sua expressão corporal é muito boa.
Peter é um personagem totalmente caricato, nerd, trapaceiro e mulherengo ele é uma das “grandes” atrações da trama.

Esqueça enredo, trama e trilha sonora, também esqueça aquelas frases filosóficas gigantescas e uma lição de moral no fim, e concentre-se na nostalgia. Lógico que a trama apresenta uma pequena lição de moral e algumas mínimas frases reflexivas, mas essa não é a intenção, a verdadeira intenção do filme é o entretenimento.

Relembrar aqueles jogos antigos, e ver um Pac Man comendo toda uma cidade é muito bom, e como não sentir saudades do Donkey Kong, Galaga, Space Invaders, Frogger, Q*bert, Smurf… a lista de referências é gigantesca, e a interação dos games com o mundo real é muito boa, vai me dizer que a cena do Breakout destruindo o Taj Mahal ou ainda a do Tetris destruindo um prédio não foram bem feitas?

Se procura algo com profundidade e sentido, essa não vai ser a melhor escolha, mas se você esquecer sua má vontade com Adam Sandler, e focar apenas no divertimento e na nostalgia, Pixels vai ser sem dúvida alguma um excelente passatempo.

Nota 8.

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